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Bem vindos ao Almost Elvis João Pessoa Fan Club


mais um site criado para divulgar a vida e a obra do Rei do rock!


O fã clube Almost Elvis é oficial reconhecido


pela Elvis Presley Enterprises.



 


 


 Novidades, notícias e eventos:


http://almostelvisjpfanclub.no.comunidades.net/novidades-noticias-e-eventos


Cobertura da nossa festa 40 anos sem Elvis


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DANIEL FRAZÃO LANÇA O LIVRO "AS CRÔNICAS DE ELVIS - CADILLAC COR DE ROSA" 



O fã Daniel Frazão está lançando o livro "As Crônicas de Elvis - Cadillac Cor de Rosa" pela Zit Editora. São 440 páginas onde o autor narra a trajetória de Elvis como um "romance" e não como uma biografia tradicional! Neste primeiro volume será abordada a fase dos anos 50, a ascenção de Elvis. Os interessados devem acessar o link abaixo da editora!


Fonte: Elvis Triunfal


https://ziteditora.com.br/produto/as-cronicas-de-elvis-cadillac-cor-de-rosa-volume-1/


Nossa homenagem pelos 40 anos sem Elvis compareçam entrada franca!!!!!!!!


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TV Aparecida | Em setembro, não perca a estreia do Festival Elvis, na TV Aparecida!



A partir do dia 3 do próximo mês, a TV Aparecida vai exibir uma sessão com filmes em homenagem a Elvis Presley, dedicada aos 40 anos de sua morte. Como parte desta programação, serão apresentados sucessos como “O Seresteiro de Acapulco”; “Carrossel de Emoções”; “Feitiço Havaiano” e “Meu Tesouro é Você”. O “Festival Elvis” entrará aos domingos, às 12h30, com  reapresentação às quartas-feiras, às 20h. Elvis morreu em 16 de agosto de 1977. *Colaboração de José Carlos Nery...


Fonte: https://tvefamosos.uol.com.br/colunas/flavio-ricco/2017/08/20/tv-aparecida-estreia-em-setembro-festival-elvis-presley.htm


 


Elvis – 40 anos depois


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 O tempo passou rapidamente desde o fatídico 16 de agosto de 1977. Naquela terça-feira, após várias tentativas desesperadas de reanimação, Elvis é declarado oficialmente morto às 15h30min da tarde. Pouco depois, por volta das 20h, Doutor Jerry Francisco, chefe da equipe do Hospital Batista de Memphis, convoca a imprensa para realização de uma entrevista coletiva. Os fãs resistiram a acreditar, mas era verdade. Elvis, definitivamente, has left the building. Começava, a partir daí, um luto permanente, inexorável; luto que se estende até a presente data, mesmo 40 anos depois.


 Nestas últimas quatro décadas, a indústria da música e as comunicações passaram por profundas transformações. Quando Elvis partiu, a mídia fonográfica vigente ainda era o LP (long play), também referido como disco de vinil. O protótipo do CD (compact disc) já existia na década de 70. Porém, somente seria difundido em 1981, quando o grupo sueco ABBA lançou o álbum The Visitors, primeiro disco de música popular a ser comercializado no formato digital. A radiodifusão e a televisão eram os principais meios de promoção e divulgação de discos. A internet ainda engatinhava em 77, pois era utilizada, essencialmente, para o intercâmbio de dados oficiais dentro do governo americano. Diferentemente de hoje, os cantores novatos da década de 70 necessitavam percorrer várias etapas probatórias antes de alcançarem exposição na mídia.


De fato, a maneira de produzir e consumir música mudou dramaticamente. O mercado fonográfico está em declínio, atônito e desorientado, pois não consegue mais acompanhar a rapidez das transformações. Além da pirataria, o compartilhamento da música digital possibilitou a troca gratuita e instantânea de acervos gigantescos por meio da internet. É muito provável que o próprio CD de áudio, mídia sucessora do LP, caminhe para o desaparecimento no futuro não muito distante. Restarão, ao mercado fonográfico, as migalhas do comércio digital legalizado, onde um álbum qualquer pode ser retalhado em fatias, tendo as suas faixas compradas separadamente nos formatos mp3 ou flac.  


Há uma percepção generalizada de que a mídia está saturada de cantores inexpressivos e efêmeros. Nas décadas de 50, 60 e 70, o coroamento de um artista era conseguir gravar e lançar exitosamente um disco. Hoje, lançar um disco é tão fácil, comum e banal que pouco significa para o êxito e continuidade do artista. A rapidez dos meios de comunicação fez da música um bem de consumo altamente descartável, com evidente prejuízo da qualidade. Ao mesmo tempo, a internet possibilitou uma ampla abertura, com exposição dos mais diversos gêneros, pulverizando a cultura em diferentes estilos e tendências. Aqui, arriscamos dizer que a música popular transformou-se numa salada de gêneros medíocres; uma sopa repleta de todos os sabores, por isto sem identidade definida. Em síntese, a música popular está desprovida de novas referências, tanto no âmbito nacional, quanto no internacional.


Neste contexto, as condições necessárias para o surgimento de grandes ícones parecem não mais existir. Por isto, as maiores referências da música ainda são aquelas das décadas de 50, 60 e 70. Entre elas, Elvis ostenta lugar de destaque, provavelmente o maior de todos. Após tantas transformações, os fãs permanentemente fazem a seguinte reflexão: qual imagem de Elvis resiste no inconsciente coletivo quarenta anos depois?


Para responder a esta questão, recorrerei a um episódio cotidiano, porém emblemático, que me levou a refletir sobre o tema. Conversava, despretensiosamente, com alguém conhecido; falávamos sobre Elvis e a sua biografia. O meu interlocutor, de aproximadamente 50 anos, com nível de escolaridade mediano, fez algumas referências elogiosas a Elvis. Mas, ao final, lamentou dizendo: “pena que ele era viciado em drogas e álcool”. Ao perceber o conhecimento superficial dele, especificamente nesta matéria, procurei gentilmente esclarecê-lo. Disse-lhe que Elvis, de fato, ficou dependente de medicamentos controlados, mas não usava drogas ilícitas. Em seguida, ele, de certa maneira, ironizou-me com desdém e concluiu dizendo: “... é a mesma coisa”. Ainda tentei expor alguns argumentos, mas senti que não produzira efeito. Talvez, o meu interlocutor tenha tomado minha resposta como afronta, uma vez que contestava o seu parecer anterior. Naquele momento, resolvi não mais prolongar o debate por entender que resultaria ineficaz. Ele já tinha uma inteligência formada sobre a questão, ainda que limitada e preconcebida. Além disso, faltava-lhe a profundidade necessária para discutir o tema. Caso persistisse na defesa de Elvis, seria tomado como um fã romântico e ingênuo, ou simplesmente um admirador fanático.


Não obstante, fiquei mentalmente a ruminar aquela pequena querela que, de certa maneira, provocou-me algum mal-estar. Refleti sobre a veracidade dos argumentos evocados por ele. Teria eu uma visão tendenciosa pelo fato de ser fã há tantos anos? Os medicamentos controlados e as drogas ilícitas são, verdadeiramente, a mesma coisa? Procurei despir-me das emoções e examinar a questão com imparcialidade e frieza.


Realmente, do ponto de vista fisiológico da dependência, são coisas muito próximas, praticamente iguais. Dependência química é sempre dependência, em maior ou menor grau, independentemente do agente causador. Provoca, em ambos os casos, entorpecimento e efeitos variáveis e indesejáveis sobre a saúde do dependente. Todavia, existe um abismo semântico enorme entre a “dependência de medicamentos” e a “dependência de cocaína” ou “dependência de heroína”, etc.


No primeiro caso, a “dependência de medicamentos” remete à figura do paciente psiquiátrico, vítima de conflitos e doenças da mente, onde a utilização de drogas é feita sob a supervisão e prescrição médica. Este tipo de dependência corresponde, inequivocamente, ao perfil de Elvis. Os laudos da autópsia comprovaram que Elvis não morreu de overdose de medicamentos. Todas as substâncias encontradas em seu sangue estavam dentro das doses terapêuticas recomendadas, exceto pelo sedativo metaqualona, cuja concentração estava relativamente alta. Ainda assim, ficou demonstrado que nenhuma destas substâncias provocou o óbito.


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É praticamente consenso, entre as biografias mais reputadas, que a etiologia primária da morte foi majoritariamente cardíaca. O patologista brasileiro Raul Lamim, único médico não americano a participar da autópsia, confirmou estas informações à imprensa. Segundo Lamim, o prontuário médico de Elvis registrava, até 77, inúmeras entradas anuais e rotineiras para realização de exames. Em tempo algum, o prontuário faz referência à presença de drogas ilícitas ou de álcool no sangue de Elvis.


Por outro lado, a dependência de drogas ilícitas evoca outro significado moral no senso comum das pessoas. O sujeito dependente é geralmente visto como um delinquente, alguém moralmente degenerado, um individuo transgressor, que recorre ao mercado negro do tráfico e à marginalidade para alimentar o seu vício.


Quando se afirma, publicamente, que “Elvis era viciado em drogas”, subtende-se, de maneira equivocada, que ele era alguém corrompido, moralmente arruinado, desprovido de regras e condutas sociais. Infelizmente, parte da impressa e do público prefere os rótulos e os estereótipos, mais fáceis de assimilar e produzir impacto. Elvis, mesmo no final da vida, jamais abandonou suas referências éticas e religiosas. Manteve, às duras penas, os seus compromissos profissionais, mesmo com a saúde debilitada. Mais que isto, nunca fez alusão pública ou apologia da sua dependência. Ao contrário, fez de tudo para ocultá-la dos fãs. Maior prova disto foi o duro golpe que Elvis sofreu quando ex-funcionários de sua equipe publicaram o livro intitulado Elvis: What Happened? (Elvis: O Que Aconteceu?). O livro causou grande constrangimento a Elvis, pois expusera, de maneira sensacionalista, a dependência que desenvolvera.


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Não há registro audiovisual que mostre Elvis utilizando drogas lícitas ou ilícitas, tampouco insinuando ou fazendo exortação ao uso das mesmas. Ao contrário, Elvis participou de várias campanhas contra o uso de drogas. Em toda obra de Elvis, seja nos shows, seja nos filmes de Hollywood ou aparições na TV, o uso de drogas jamais foi sugerido ou encorajado. O mesmo se aplica para as letras de suas músicas.


O meu interlocutor também cometeu outro grande equívoco, atribuindo, a Elvis, o vício do alcoolismo. É fato amplamente documentado que Elvis possuía aversão à bebida, pois considerava o estado de embriaguez ridículo e socialmente deplorável. Elvis também repudiava o álcool porque familiares muito próximos a ele padeciam deste vício.


Em matéria publicada no site oficial da Universidade Belfast (Queen’s University Belfast), sediada na Irlanda, Reino Unido, lê-se um estudo realizado pelo doutor Stephen Kingsmore sobre as causas da morte de Elvis (ver link 1). O Doutor Kingsmore, conceituado cirurgião obstetra e geneticista, examinou o DNA de Elvis a partir de um fio de cabelo. O mesmo afirmou que os ataques feitos a ele, acusando-o de autodestruição, são injustos e improcedentes. O exame de DNA revelou que Elvis sofria de cardiomiopatia hipertrófica, uma doença rara do coração que se manifesta entre os 20 e 40 anos. Elvis apresentava vários sinais da cardiomiopatia, incluindo arritmia, fadiga e hipertensão. Na opinião do Doutor Kingsmore, se a doença tivesse sido identificada a tempo, Elvis não teria morrido precocemente. Matéria semelhante é apresentada no site do jornal britânico The Guardian, citando o mesmo estudo do Doutor Kingsmore (ver link 2). No artigo, lê-se que muitas das complicações de Elvis, a exemplo da obesidade, glaucoma e enxaqueca, foram predispostas geneticamente através de mutações identificadas no DNA.


Parece que a imagem de um Elvis “gordo e drogado”, amplamente difundida pela mídia, ficou incutida e enraizada na mente das pessoas desde 77.  Normalmente, este estereótipo é lembrado quando alguém pretende atacá-lo gratuitamente. Quando as pessoas comuns pensam em Elvis, normalmente o associa às drogas. Citam-no como um grande astro, mas também como símbolo máximo de um artista viciado, e que pereceu por causa do próprio vício.


As causas da dependência química de Elvis são controvertidas. Ousamos dizer que Elvis foi vítima da “tirania dos microfones”, expressão utilizada pelo compositor brasileiro Jair Amorim para se referir aos perigos inerentes ao estrelato. Ademais, Elvis sofria de um quadro crônico de ansiedade, insônia e dores articulares. Por esta razão, entre as substâncias encontradas em seu sangue, estavam ansiolíticos, sedativos e analgésicos. Os fãs mais raivosos culpam o médico pessoal de Elvis, o Doutor George Nichopoulos, pela dependência química progressiva. Porém, em várias ocasiões, Doutor Nick defendeu-se desta acusação, dizendo que tentou, repetidas vezes, reduzir as doses com placebos. Mesmo assim, não obteve êxito.


O artigo intitulado “George C. Nichopoulos”, publicado no site Wikipedia (2017), fornece algumas informações sobre a batalha jurídica travada entre o Doutor Nick e os tribunais (ver link 3). Segundo o artigo, em 1980, Doutor Nick foi formalmente acusado de emitir um número absurdo de prescrições para Elvis, Jerry Lee Lewis e outros doze pacientes. Somente no ano de 77, Doutor Nick prescreveu mais de 10.000 doses para Elvis, incluindo laxantes, tranquilizantes, anfetaminas e narcóticos. Todavia, Doutor Nick foi absolvido deste processo específico, pois os pareceres médicos sobre as causas da morte eram inconclusivos e conflitantes. O tribunal concluiu que o Doutor Nick agiu no melhor interesse dos seus pacientes.


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Será que a dependência de Elvis era igual a de Jim Morrison, vocalista do The Doors que morreu vítima de overdose de heroína em 1971? Em nossa percepção, são casos diferentes. Por analogia, o caso de Elvis aproxima-se mais do drama de Michael Jackson, que ficou dependente do fortíssimo analgésico propofol. Existe uma hipótese de que a dependência começou depois de queimaduras que Jackson sofrera durante a filmagem de um videoclipe. O médico particular de Jackson, Doutor Conrad Murray, foi condenado por homicídio culposo em 2011, sendo considerado pelo júri responsável direto pela morte do artista.


O fato de Elvis ter sido ou não dependente de drogas lícitas não faz diferença alguma para os fãs, admiradores e simpatizantes. Tampouco ofusca o brilho do seu talento e legado artístico. Os fãs geralmente se ressentem, e com justa razão, das meias verdades proferidas sobre Elvis. Declarar que Elvis era dependente de medicamentos psicotrópicos é algo absolutamente verdadeiro, um fato biográfico insofismável, amplamente documentado e aceito sem contestação pelos fãs. Mas, dizer, simplesmente, que ele era um “viciado em drogas” é uma afirmação revestida de outro significado semântico, repleto de ideias preconcebidas e equivocadas.


Aqui, não se trata de deificar Elvis ou considerá-lo moralmente impoluto, imaculado ou perfeito. A despeito do seu talento, Elvis possuía muitos defeitos e fraquezas humanas. Trata-se, simplesmente, de fazer justiça histórica à sua biografia. Felizmente, nestes quarenta anos, novas evidências e revelações vieram a público, ajudando a clarificar as sombras que ainda pairam sobre a dependência química de Elvis. Lamentavelmente, as mentes mais cauterizadas resistem a uma revisão de conceitos. Por isto, é tarefa nossa, de fãs e admiradores, lançar luzes sobre a verdade e desconstruir o estereótipo preconceituoso que ainda reveste a figura do Rei. Viva Elvis!


 Solidonio


Colaborador do almostelvis.jp fã clube.


 Link 1:


https://daro.qub.ac.uk/stephen-kingsmore---elvis-presley


Link 2:


https://www.theguardian.com/media/2014/mar/25/channel-4-show-discovers-cause-of-elvis-presley-death


Link 3:


https://en.wikipedia.org/wiki/George_C._Nichopoulos#Legal_battles


ROLLING STONE DA ALEMANHA TRAZ ESPECIAL SOBRE ELVIS! Artigo: Marcelo Neves - Fontes: Chirleni Soares / Site da Rolling Stone (27/07/2017)
 


A Revista Rolling Stone na Alemanha traz Elvis na capa com uma matéria de 30 páginas sobre o Rei do Rock. Segundo a Rolling Stone a matéria vai descrever seus últimos anos, filmes, melhores discos, trajes, E.T.A.s (Elvis Tribute Artist) e a cobertura de uma viagem de Memphis a Tóquio! A revista ainda traz um single em vinil de "Good Rockin' Tonight / Blue Moon". A Rolling Stone diz em seu site que Elvis além de ser um mito é ícone da moda, primeira estrela pop da cultura globalizada e que está mais vivo do que nunca!!! Vamos torcer para que a ROLLING STONE no Brasil também siga o exemplo alemão!



Fonte:Elvis Triunfal


RED WEST FALECE AOS 81 ANOS DE IDADE
artigo: Marcelo Neves - (agradecimento aos amigos que me comunicaram: Heitor Crespo, Gilvania Ferreira e Rodolfo Schindler)
 


Red West que foi compositor, ator, dublê e ex-membro da "Máfia de Memphis" faleceu no dia 18 de julho de 2017 aos 81 anos de idade! Ele também foi um dos autores do livro "ELVIS WHAT HAPPENED" de 1977. Red conheceu Elvis ainda na juventude e fez ponta em alguns filmes do Rei! Sua proximidade com Elvis e o ator Nick Adams acabou facilitando sua entrada em Hollywood onde foi trabalhar como dublê e ator mais tarde! Além de trabalhar na segurança de Elvis, Red West era compositor e é dele uma das mais belas canções de Elvis, "Separate Ways" de 1972. Apesar dos muitos anos ao lado de Elvis sua relação com ele ficou estremecida em 1976 ao ser demitido por Vernon. Red havia se envolvido em vários confusões com fãs em Las Vegas, confusões que culminavam até em agressões! Estes problemas acabaram chegando na mídia o que gerou um grande mal estar! Vernon acabou dispensando além de Red, o seu primo Sonny West (falecido em 24/05/2017) e David Hebler. Em outubro de 1976 grava uma conversa telefônica com Elvis na qual revela detalhes totalmente desconhecidos da grande maioria dos fãs!  Numa parte da conversa Elvis diz a Red:"...bem, pensei que havia dito a vocês! Eu pensei que havia dito que era o intestino. Lembre-se que eu deveria ter me submetido a uma cirurgia ...". Red responde:"Sim..." e Elvis responde: "...e tirar parte dele!". Elvis revelava ali um sério problema de saúde que gerava uma severa constipação intestinal típica em pacientes que tinham"Megacolon" (dilatação e alongamento anormais do intestino grosso) o que obrigava Elvis a usar diversos medicamentos contra dor e muitos laxantes. (vale lembrar que Elvis tinha outros problemas além deste que já era grave). Na conversa Elvis também revela a Red sua irritação da mídia o chamando de "gordo e velho"! Mesmo assim Red juntamente com Sonny e David Hebler lançariam em 1977 o livro "Elvis - What Happened" onde colocava Elvis como um "viciado em remédios". Já os problemas de saúde que Elvis enfrentava não ganharam a devida importância na mídia e o livro deixou Elvis extremamente furioso! Poucas semanas após o lançamento Elvis falecia aos 42 anos e o livro vendia aproximadamente 3 milhões de cópias! Na época os guarda costas disseram que o objetivo era "ajudar" Elvis a procurar ajuda e que não havia interesse financeiro. Décadas mais tarde Red West revela numa entrevista que o interesse era "ajudar" mas também ganhar dinheiro! O livro no final das contas só ajudou os guarda costas a ganharem dinheiro, pois além de deixar Elvis furioso serviu como uma referência para a mídia sensacionalista na época. Red West faleceu no Hospital em Memphis devido a um aneurisma na aorta.


 


Fonte:Elvis Triunfal


A CAPA QUE NÃO FOI USADA NO ALOHA - Artigo: Marcelo Neves - Fonte: Rodolfo Schindler
 


Uma capa mais longa que Elvis usava na década de 70 chegou a ser confeccionada para o espetáculo "Aloha From Hawaii" em 1973. Uma gigantesca águia americana estampou a "super capa" mas seu peso inviabilizou sua utilização. Elvis acabou optando pela capa tradicional que acabou senso arremessada no final do show do dia 14.01.1973. A capa que não foi usada ainda existe, na foto abaixo fãs a exibem com muito orgulho! Entre elas está Sandi Miller (usando a capa) que tinha amizade com o próprio Elvis!


 


   


 Fonte:Elvis Triunfal




 


 JOHN HERMAN FAMOSO COLECIONADOR DE ELVIS FALECE AOS 75 ANOS


(julho/2017) Artigo: Marcelo Neves - fonte: Rodolfo Schindler



Rodolfo Schindler (parceiro da TV Elvis Truiunfal) acaba de nos informar que John Herman faleceu no dia 5 de julho aos 75 anos de idade. John era um grande fã e colecionador de Elvis e se tornou mundialmente conhecido no meio Elvis, por ter gravado e filmado parte do show de Pittsburgh no dia 31 de dezembro de 1976. John era policial naquele periodo e sua relíquia se tornou pública em 1978 quando o  lançaram o Bootleg "Rockin' With New Years Eve". Em 2014 parte de sua filmagem foi lançada no DVD "Final Countdown to Midnight" da Backdraft . Rodolfo nos contou que John era tão além de seu tempo, que logo após a exibição do Aloha pela NBC em 1973 assistiu em tape ao lado de outro fã americano, numa época que nem havia o video cassete que se tornaria popular! Realmente era um fã diferenciado! Fica aqui nossas condolências e agradecimento pela grande contribuição de John Herman.


 


Fonte:Elvis Triunfal


Elvis Monteiro presidente e fundador do fã clube:


A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, óculos de sol e close-up


http://almostelvisjpfanclub.no.comunidades.net/elvis-monteiro



 


 



     PARAYBA